Vacina contra a gripe: Na Clin Kids a proteção é para a família toda!

Com a chegada do outono e as mudanças no clima, cresce também o risco de transmissão da gripe, especialmente entre crianças e idosos. Pensando nisso, a Clin Kids inicia amanhã, dia 02 de abril, sua campanha anual de vacinação contra a gripe com a vacina tetravalente, que protege contra quatro tipos do vírus: H1N1, H3N2 e dois tipos de Influenza B.

“Escolhemos trabalhar com a vacina tetravalente porque ela oferece uma cobertura mais ampla e eficaz, protegendo de forma mais completa as crianças a partir dos 6 meses de idade e adultos, além de reduzir significativamente o risco de complicações graves, como pneumonia e internações hospitalares”, explica Dra. Denise Bedoni, pediatra da Clin Kids.

Além disso, a Clin Kids preparou uma promoção especial para incentivar ainda mais as famílias: na compra de três doses da vacina tetravalente, você ganha 50% de desconto na quarta dose. E para facilitar, nas compras acima de R$300,00 é possível parcelar o valor em até 3x sem juros no cartão de crédito.

É fundamental não deixar a vacinação para a última hora, já que os estoques são limitados. Garanta já a proteção completa para toda a família e passe pelo inverno com mais saúde e tranquilidade.

Para mais informações ou agendamento, entre em contato pelo WhatsApp: (11) 5521-3993.

Clin Kids – O cuidado que você conhece, a qualidade que você confia.

Epilepsia em crianças: como identificar os sinais e quando procurar ajuda?

A epilepsia é uma das condições neurológicas mais comuns na infância — e também uma das que mais geram dúvidas nos pais. Afinal, nem sempre os sintomas são claros, e muitas vezes as primeiras crises passam despercebidas ou são confundidas com outros comportamentos.

Neste artigo do blog da Clin Kids, editoria Guia de Doenças, explicamos de forma simples o que é a epilepsia, como ela se manifesta, como é feito o diagnóstico e quais são as formas de tratamento.

O que é epilepsia?

A epilepsia é uma condição neurológica caracterizada por crises causadas por descargas elétricas anormais no cérebro. Essas crises podem se manifestar de várias formas: desde um olhar fixo por alguns segundos até convulsões com perda de consciência e movimentos involuntários.

Segundo a OMS, cerca de 50 milhões de pessoas no mundo têm epilepsia. E sim, crianças também podem desenvolver a condição.

“A epilepsia pode ter causas genéticas, estruturais, infecciosas ou, em alguns casos, ser de causa desconhecida. Na infância, é muito importante ficar atento a sinais que podem parecer simples, mas indicam alteração na atividade cerebral.”  – explica Dra. Denise Bedoni, pediatra da Clin Kids.

Como a epilepsia aparece nas crianças?

Nem toda crise epiléptica é igual, e nem sempre ela envolve convulsões. Em algumas crianças, a crise se manifesta de forma mais sutil, como um momento em que a criança “desliga”, fica com o olhar parado ou faz movimentos repetitivos com as mãos ou a boca.

Esses episódios podem durar apenas alguns segundos, o que torna o diagnóstico um desafio. Mas são sinais importantes para investigar.

“Às vezes os pais relatam que a criança pisca muito, faz movimentos involuntários durante o sono ou parece ‘viajar’ com frequência. Esses comportamentos precisam ser avaliados com atenção.” – reforça a pediatra.

Quais são os sintomas mais comuns?

Os sintomas de epilepsia podem variar de acordo com o tipo de crise. Entre os mais comuns, estão:

  • Perda de consciência ou desmaios repentinos
  • Olhar fixo e sem resposta
  • Movimentos involuntários de boca, mãos ou membros
  • Contrações musculares rápidas (espasmos)
  • Rigidez corporal
  • Sonolência ou confusão após os episódios
  • Alterações no comportamento e no desempenho escolar

É importante lembrar que nem toda crise convulsiva é epilepsia, e nem toda epilepsia causa convulsões intensas.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da epilepsia é clínico, feito a partir da observação dos episódios e do histórico relatado pelos pais. O exame mais utilizado para investigação é o eletroencefalograma (EEG), que analisa a atividade elétrica cerebral.

Em alguns casos, exames de imagem como ressonância magnética também podem ser solicitados.

“Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de controlar as crises com segurança e garantir o desenvolvimento saudável da criança.” – complementa Dra. Denise Bedoni.

Epilepsia tem tratamento?

Sim! A epilepsia tem tratamento e, em muitos casos, pode ser completamente controlada com o uso de medicamentos anticonvulsivantes. O acompanhamento regular com o pediatra e, quando necessário, com o neurologista infantil, é fundamental para ajustar as doses e monitorar a evolução.

“Com o tratamento correto, a maioria das crianças com epilepsia leva uma vida normal: frequenta a escola, faz atividades físicas e convive com os amigos.” — comenta a médica.

Quando procurar ajuda?

Se você observou episódios estranhos ou repetitivos no comportamento do seu filho, não espere. Procure um pediatra de confiança. Quanto antes o diagnóstico for feito, mais eficaz será o controle das crises e o acompanhamento do desenvolvimento.

Na Clin Kids, nossa equipe está preparada para acolher, investigar e orientar da melhor forma as famílias que enfrentam essa jornada.

Dra. Denise Bedoni
Diretora Clínica da Clin Kids
Pediatra/Especialista em Neonatologia pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).

Disclaimer: Este conteúdo tem como objetivo informar e educar o público em geral. Não substitui uma consulta médica. Somente um médico está habilitado a fazer o diagnóstico e indicar o melhor tratamento para cada caso.

Infecções Urinárias Frequentes em Crianças: Um Sinal de Alerta para os Rins

As infecções do trato urinário (ITUs) são comuns na infância, especialmente em bebês e crianças pequenas. Embora pareçam um problema simples, quando acontecem com frequência, podem indicar alterações no sistema urinário e trazer riscos para a saúde dos rins.

No Dia Mundial do Rim (13 de março), reforçamos a importância de cuidar da saúde renal desde cedo e entender que, em alguns casos, as ITUs podem ser um sinal de alerta para doenças renais.

Infecção urinária em crianças: por que acontece?

A ITU ocorre quando bactérias entram no trato urinário, podendo atingir a bexiga (cistite) ou, em casos mais graves, os rins (pielonefrite). Fatores como má higiene, retenção urinária (segurar o xixi por muito tempo), constipação intestinal e anormalidades no trato urinário aumentam o risco de infecções repetitivas.

Quando se preocupar?

Se a criança tem infecções urinárias recorrentes, pode ser um sinal de que há algum problema anatômico ou funcional no trato urinário, como refluxo vesicoureteral (RVU), uma condição em que a urina volta da bexiga para os rins, podendo causar danos renais.

Sinais e sintomas da infecção urinária em crianças

Em bebês:
🔸 Febre sem causa aparente
🔸 Irritabilidade e choro ao urinar
🔸 Falta de apetite e ganho de peso insuficiente
🔸 Urina com cheiro forte ou cor alterada

Em crianças maiores:
🔸 Dor ou ardência ao urinar
🔸 Vontade frequente de fazer xixi, mas em pequenas quantidades
🔸 Dor na barriga ou lombar
🔸 Febre e calafrios (nos casos mais graves)

Especialista alerta: “Infecções urinárias repetidas podem levar a cicatrizes nos rins e, a longo prazo, afetar sua função. Por isso, o diagnóstico e o tratamento precoce são essenciais para evitar complicações”, explica Tatiana Miranda Oliveira, urologista pediátrica da Clin Kids.

Como prevenir infecções urinárias e proteger os rins?

Estimular a hidratação – beber bastante água ajuda a eliminar bactérias do trato urinário.
Evitar segurar o xixi – esvaziar a bexiga regularmente reduz o risco de infecções.
Higiene correta – meninas devem ser orientadas a limpar a região íntima sempre da frente para trás.
Tratar a constipação – intestino preso pode contribuir para o aumento de bactérias na região urinária.
Acompanhar com um especialista – crianças com infecções frequentes devem ser avaliadas por um nefrologista pediátrico.

Se seu filho apresenta infecções urinárias frequentes, agende uma consulta com nossos especialistas. Cuidar dos rins desde a infância faz toda a diferença!

Tatiana Miranda Oliveira

Cirurgiã Pediátrica/Especialista em Urologia Pediátrica pelo Hospital Darcy Vargas, com título de especialista em cirurgia pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Pediátrica.

Disclaimer: Este conteúdo tem como objetivo informar e educar o público em geral. Não substitui uma consulta médica. Somente um profissional de saúde está habilitado a fazer o diagnóstico e indicar o melhor tratamento para cada caso.

A Jornada de Israel contra a Osteogênese Imperfeita

No Dia Mundial das Doenças Raras, a Clin Kids apresenta um relato comovente e inspirador. Daniela Cordeiro, mãe do Israel – um garotinho forte e corajoso diagnosticado com Osteogênese Imperfeita tipo II, também conhecida como Síndrome dos Ossos de Vidro – compartilha sua trajetória repleta de desafios, conquistas e aprendizados que transformaram a vida dele e de toda a família.

Diagnóstico e os Primeiros Desafios
Durante uma ultrassonografia morfológica, os médicos perceberam que os ossinhos do fêmur do Israel eram mais curtos e apresentavam uma curvatura atípica. Inicialmente, o diagnóstico foi de displasia esquelética, mas apenas cinco dias após o nascimento a condição foi confirmada como osteogênese imperfeita.
A falta de conhecimento sobre a OI entre profissionais de saúde logo se tornou um dos maiores desafios. “Foi surpreendente descobrir o quão pouco se sabia sobre essa condição. Desde então, nossa missão passou a ser compartilhar informações e conscientizar tanto famílias quanto profissionais sobre a real complexidade da doença.”

Vivendo com Cuidado e Coragem
A rotina do Israel é adaptada com muito cuidado. Ele precisa de apoio para atividades cotidianas, como transitar da cama para a cadeira de rodas e realizar pequenas tarefas que exigem uma mobilidade mais protegida. Mesmo diante das limitações impostas pela fragilidade óssea, os pais incentivam-no a superar barreiras e explorar o mundo, sempre com atenção redobrada para prevenir fraturas.
“Cada movimento é planejado, e aprendemos a agir com cautela, sem perder a leveza e a alegria que o Israel traz para nossas vidas”, conta Daniela.

Intervenções Cirúrgicas e a Busca por Qualidade de Vida
Diante do risco constante de fraturas, a equipe médica indicou a cirurgia de colocação das hastes metálicas nos ossos longos – um procedimento fundamental para portadores de OI.
A cirurgia inicial foi realizada na AACD. Quando Israel foi recebido pela instituição, na avaliação global o ortopedista, Dr. Francisco, já identificou a indicação para a colocação das hastes e realizou a solicitação da cirurgia via SUS. Desde o início, sabíamos que essa intervenção traria maior qualidade de vida para o nosso filho, apesar dos receios quanto à cirurgia em si e ao pós-operatório. Graças a Deus e à equipe que operou o Israel, ele teve uma excelente recuperação.
Segundo a Dra. Denise Bedoni, pediatra da Clin Kids:

“A colocação das hastes metálicas é um avanço significativo no tratamento da osteogênese imperfeita. Essa intervenção melhora a estabilidade dos ossos e diminui o risco de fraturas, permitindo que a criança viva com mais confiança e liberdade.”
Após a cirurgia, o próximo passo é o processo de reabilitação pós-cirúrgica, atualmente realizado na AACD Ibirapuera. Uma vez que os membros inferiores estejam bem fortalecidos, o médico que acompanha o Israel planeja a correção cirúrgica dos membros superiores, ampliando ainda mais sua autonomia.

Um Olhar de Inclusão e Suporte Familiar
Para a família, o Israel é visto como um presente e um testemunho de fé. A aceitação da condição veio naturalmente, sem espaço para sentimentos de inferioridade. Na escola, onde estuda, professores, funcionários e colegas foram capacitados para oferecer o suporte necessário, garantindo que ele se sinta acolhido e seguro.
“Treinei professores, funcionários e colegas para lidar com a condição do Israel de maneira sensível e encorajadora. A escola se transformou em um ambiente de inclusão, onde o receio deu lugar à confiança e ao afeto”, relata Daniela.
Além disso, é fundamental que a sociedade entenda que crianças com osteogênese imperfeita são muito mais do que sua condição. Elas são cheias de vida, inteligentes, carinhosas e extremamente resilientes. A OI traz desafios, mas não define quem são. Muitas pessoas acreditam que essas crianças são frágeis demais para brincar, se divertir ou viver uma vida normal, mas, com os devidos cuidados e adaptações, elas podem explorar o mundo, aprender, criar laços e ser incrivelmente felizes. Cada criança é única – enquanto algumas precisam de cadeira de rodas, outras podem andar – e todas merecem respeito e inclusão. Os benefícios que podemos oferecer a uma família não se baseiam em pena, mas em empatia, acolhimento e disposição para aprender, enxergando além do diagnóstico.

Entendendo a Osteogênese Imperfeita
A osteogênese imperfeita é uma doença genética rara que afeta a formação dos ossos, tornando-os frágeis e propensos a fraturas com impactos mínimos. O tratamento exige uma abordagem multidisciplinar, que inclui fisioterapia, uso de medicamentos como os bisfosfonatos, suplementação nutricional e, em casos mais graves, intervenções cirúrgicas.
Conforme explica a Dra. Denise Bedoni:

“A OI exige cuidados específicos desde o nascimento. A intervenção cirúrgica, aliada à reabilitação contínua, é fundamental para proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pequenos pacientes, permitindo que eles se desenvolvam e superem os desafios impostos pela fragilidade óssea.”
Essa abordagem integrada fortalece os ossos, promove a inclusão social e o desenvolvimento global, demonstrando que o diagnóstico não define o futuro.

Reflexões e Conselhos no Dia Mundial das Doenças Raras
O Dia Mundial das Doenças Raras é essencial para dar visibilidade a condições pouco conhecidas, como a osteogênese imperfeita. É um momento de conscientização e educação, lembrando que, por trás de cada diagnóstico, existem pessoas, famílias e histórias que merecem ser vistas e respeitadas. Esse dia também reforça a importância do acesso a tratamentos adequados, políticas públicas inclusivas e suporte real às famílias.
Muitas vezes, o maior desafio não é a doença em si, mas a falta de informação, infraestrutura e empatia na sociedade, que pode gerar barreiras na inclusão e na qualidade de vida. Quanto mais compartilhamos essas experiências, maiores as chances de superarmos preconceitos e ampliarmos o acesso a recursos.
Para as famílias que estão iniciando essa jornada, um conselho valioso vem do próprio coração de Daniela: “Respirem, acolham seus sentimentos e saibam que vocês não estão sozinhos. O momento do diagnóstico pode ser assustador e cheio de incertezas, mas com o tempo, vocês perceberão que o amor é maior que qualquer laudo médico. Seu filho não é a doença – ele é uma criança incrível, um testemunho de força, amor e superação. Busquem informações seguras, conectem-se com outras famílias e criem uma rede de apoio. Viver um dia de cada vez é o nosso lema!”

Conclusão
A jornada do Israel é um exemplo inspirador de resiliência, amor e superação. Cada passo, por menor que seja, reflete a dedicação de uma família que se recusa a deixar que a doença defina a identidade de seu filho. Este relato reforça a importância de investir em informação, acolhimento e inclusão – pilares essenciais para transformar desafios em conquistas.
No espaço Relatos Médicos da Clin Kids, seguimos comprometidos em dar voz às histórias que inspiram e conscientizam sobre doenças raras ou não. Que a experiência do Israel e de sua família sirva de exemplo para todos, mostrando que, com apoio e determinação, é possível transformar a adversidade em força.

Clin Kids – Onde Cuidado e Empatia se Encontram
A Clin Kids conta com especialistas dedicados ao atendimento de crianças portadoras de Osteogênese Imperfeita.

 

Dra. Denise Bedoni – Diretora Clínica da Clin Kids – Pediatra/Especialista em Neonatologia pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).

Disclaimer: Este conteúdo tem como objetivo informar e educar o público em geral. Não substitui uma consulta médica. Somente um profissional de saúde está habilitado a fazer o diagnóstico e indicar o melhor tratamento para cada caso.

Síndrome de Asperger: o que os pais precisam saber?

No dia 18 de fevereiro, é celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Asperger, uma data importante para conscientizar e esclarecer sobre essa condição que faz parte do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Mas o que isso significa na prática? Como identificar e apoiar uma criança com esse diagnóstico? Vamos traduzir esse conceito para que os pais possam entender melhor.

O que é a Síndrome de Asperger?

A Síndrome de Asperger é uma forma de autismo caracterizada por dificuldades na interação social, padrões de comportamento repetitivos e interesses intensos e específicos. Diferente de outras formas do TEA, crianças com Asperger geralmente não apresentam atraso significativo no desenvolvimento da linguagem ou na capacidade cognitiva.

“As crianças com Asperger têm um jeito único de ver o mundo. Muitas vezes, são extremamente detalhistas e apaixonadas por temas específicos, como astronomia, dinossauros ou tecnologia. Essa intensidade pode ser uma grande força quando bem compreendida e estimulada.” – afirma a pediatra Denise Bedoni, da Clin Kids.

Como a Síndrome de Asperger se apresenta na infância?

Os sinais podem variar, mas algumas características comuns incluem:

  • Dificuldade em entender normas sociais – como interpretar expressões faciais ou tom de voz.
  • Pouco interesse em interações sociais – a criança pode preferir atividades solitárias ou ter dificuldades em manter conversas.
  • Hipersensibilidade sensorial – incômodo com sons altos, texturas ou luzes fortes.
  • Fala formal ou muito detalhada – podem usar vocabulário avançado para a idade.
  • Movimentos repetitivos ou rotina rígida – resistência a mudanças e padrões repetitivos de comportamento.

“Cada criança é única. Algumas podem ter dificuldades em fazer amigos, enquanto outras são extremamente comunicativas, mas não percebem nuances sociais, como ironias e brincadeiras.” – explica Dra. Denise.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da Síndrome de Asperger é clínico, ou seja, baseado na observação do comportamento da criança e em relatos dos pais e professores. É fundamental que seja feito por uma equipe multidisciplinar, incluindo pediatras, neurologistas e psicólogos.

“Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, melhor. A intervenção precoce ajuda a criança a desenvolver habilidades sociais e lidar com desafios de forma mais tranquila.” – ressalta a Pediatra.

Tratamento e acompanhamento

Não há um tratamento único para a Síndrome de Asperger, mas algumas abordagens podem ajudar a criança a se desenvolver melhor:

  • Terapia comportamental – para ensinar habilidades sociais e de comunicação.
  • Apoio psicológico – para ajudar na regulação emocional.
  • Acompanhamento pedagógico – adaptações na escola podem ser necessárias.
  • Atividades estruturadas – como esportes ou artes, que ajudam na socialização e coordenação motora.

“A chave para o sucesso é a compreensão e o apoio. Crianças com Asperger podem ter talentos excepcionais e precisam de um ambiente que valorize suas habilidades e respeite suas dificuldades.” – conclui Dra. Denise Bedoni.

O papel dos pais

O suporte da família é essencial. Incentivar a criança, respeitar suas particularidades e buscar informações são atitudes que fazem toda a diferença no desenvolvimento e na autoestima dela.

Se você suspeita que seu filho possa ter Asperger ou outra condição dentro do espectro autista, procure um especialista. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais oportunidades a criança terá de desenvolver todo o seu potencial.

Dra. Denise Bedoni
Diretora Clínica da Clin Kids
Pediatra/Especialista em Neonatologia pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).

Disclaimer: Este conteúdo tem como objetivo informar e educar o público em geral. Não substitui uma consulta médica. Somente um profissional de saúde está habilitado a fazer o diagnóstico e indicar o melhor tratamento para cada caso.

Epilepsia na Infância: Tudo o que Você Precisa Saber

No dia 12 de fevereiro, celebramos o Dia Internacional da Epilepsia, uma data importante para conscientizar a população sobre essa condição neurológica que afeta milhões de pessoas, incluindo muitas crianças. A seguir, explicamos o que é a epilepsia, como é feito o diagnóstico e quais são as possibilidades de tratamento para os pequenos.

O que é a Epilepsia?

A epilepsia é uma doença neurológica caracterizada pela ocorrência de crises epilépticas recorrentes. Essas crises são episódios de atividade elétrica anormal no cérebro, que podem causar alterações momentâneas na consciência, nos movimentos, nas sensações ou no comportamento da criança. A condição pode ter diversas causas, incluindo fatores genéticos, lesões cerebrais ou infecções.

Embora a epilepsia possa ser preocupante, muitas crianças conseguem levar uma vida normal com o tratamento adequado.

Como é feito o Diagnóstico?

O diagnóstico da epilepsia na infância é baseado em uma combinação de avaliação clínica, histórico médico e exames complementares. Os principais passos incluem:

  • Histórico detalhado: O médico investiga os episódios relatados, como duração, frequência e tipo de sintomas.
  • Exame físico e neurológico: Para identificar sinais de comprometimento neurológico.
  • Eletroencefalograma (EEG): Exame que mede a atividade elétrica do cérebro e é importante para identificar padrões associados às crises epilépticas.
  • Exames de imagem: Como a ressonância magnética (RM) ou tomografia computadorizada (TC), para investigar possíveis alterações estruturais no cérebro.
  • Exames laboratoriais: Para descartar outras condições ou fatores desencadeantes, como infecções ou distúrbios metabólicos.

Tratamento da Epilepsia na Infância

O tratamento da epilepsia infantil é altamente individualizado e tem como objetivo principal controlar as crises, melhorar a qualidade de vida e minimizar os efeitos colaterais. As principais terapias incluem:

  • Medicamentos anticonvulsivantes: Como a primeira linha de tratamento para controlar as crises.
  • Mudanças no estilo de vida: Para garantir uma rotina equilibrada, evitar privação de sono na criança e identificar possíveis gatilhos para as crises, como luzes piscantes.
  • Dieta cetogênica: Em alguns casos, essa dieta rica em gorduras e pobre em carboidratos pode ajudar a controlar as crises, especialmente em casos de epilepsia refratária (quando os medicamentos não têm efeito satisfatório).
  • Tratamento cirúrgico: Para casos graves e refratários, pode ser considerada a remoção da área do cérebro onde as crises se manifestam.
  • Estimulação do nervo vago: Um dispositivo implantado no corpo pode ajudar a reduzir a frequência das crises em algumas crianças.

A Importância do Suporte

Além do tratamento médico, é fundamental oferecer suporte emocional à criança e à família. Conversar com professores, cuidadores e colegas pode ajudar a promover um ambiente acolhedor e inclusivo.

Na Clin Kids, contamos com uma equipe multidisciplinar preparada para diagnosticar, tratar e acompanhar crianças com epilepsia, garantindo um atendimento integral e humanizado.

Disclaimer: Este conteúdo tem como objetivo informar e educar o público em geral. Não substitui uma consulta médica. Somente um profissional de saúde está habilitado a fazer o diagnóstico e indicar o melhor tratamento para cada caso.

IMC: O que é e por que importa para o seu filho?

A obesidade infantil é uma condição que exige atenção e intervenção precoce. De acordo com as novas diretrizes da American Academy of Pediatrics (AAP), divulgada em janeiro de 2025, os médicos da atenção primária devem tratar a obesidade em crianças e adolescentes de forma agressiva, incluindo o uso de medicamentos e até cirurgia bariátrica quando necessário, em vez de apenas adotar uma conduta passiva e aguardar que o problema se resolva espontaneamente. Isso reforça a importância do monitoramento constante do crescimento infantil e do uso de ferramentas como o IMC para detecção precoce de alterações no peso.

O que é o IMC?

O IMC é um cálculo que utiliza duas medidas básicas: peso e altura. Com esses dados, é possível avaliar se o peso de uma pessoa está dentro de uma faixa considerada saudável. No caso das crianças, essa avaliação é ainda mais detalhada, pois considera também a idade e o sexo, refletindo as mudanças naturais que acontecem durante o crescimento.

Por que o IMC é importante para as crianças?

O IMC infantil é usado como um ponto de partida para identificar se a criança pode estar:

  • Com baixo peso
  • Com peso adequado
  • Com sobrepeso ou obesidade

Essas informações ajudam os profissionais de saúde a monitorar o desenvolvimento físico e prevenir problemas relacionados tanto à desnutrição quanto ao excesso de peso, como diabetes, hipertensão arterial, apneia do sono e doenças cardiovasculares.

“O IMC é uma ferramenta prática e acessível, mas deve ser analisado em conjunto com outros dados, como a curva de crescimento, a composição corporal e fatores genéticos e ambientais. Cada criança tem seu ritmo de desenvolvimento, e o acompanhamento profissional é essencial.” – explica o Dr. André Ruzzi, endocrinologista pediátrico da Clin Kids.

Como o IMC é calculado?

A fórmula do IMC é a seguinte: 📏 Peso (kg) ÷ Altura (m²)

Embora pareça um cálculo simples, sua interpretação requer critérios específicos. O pediatra utiliza gráficos de referência baseados na idade e no sexo da criança para classificar o resultado de forma adequada.

IMC sozinho não basta

É importante lembrar que o IMC é apenas uma das ferramentas usadas na avaliação da saúde infantil. Ele não considera, por exemplo, a composição corporal (quantidade de gordura, músculo e ossos), a distribuição da gordura e outros fatores que influenciam o crescimento saudável. Por isso, é fundamental não interpretar os números isoladamente e sempre contar com a avaliação de um profissional.

“Os pais devem lembrar que uma alimentação balanceada é a chave para um desenvolvimento saudável. Uma dieta rica em nutrientes não apenas contribui para manter o IMC na faixa adequada, mas também favorece o crescimento, a imunidade e a saúde metabólica da criança.” – afirma a nutricionista infantil Luiza Briet.

Dicas para manter o IMC na faixa ideal

  • Alimentação equilibrada: Priorize alimentos naturais, com variedade de frutas, verduras, proteínas e carboidratos de qualidade.
  • Atividade física: Incentive brincadeiras ao ar livre e a prática de esportes, evitando o sedentarismo.
  • Rotina saudável: Garanta uma boa noite de sono e estabeleça limites para o uso de telas.
  • Acompanhamento médico: Realize consultas periódicas com o pediatra para monitoramento do crescimento e desenvolvimento.

A Clin Kids conta com um serviço especializado no Tratamento Multidisciplinar da Obesidade Infantil, que inclui endocrinologistas, nutricionistas, psicólogos e educadores físicos para um acompanhamento completo e personalizado.

 

 

 

Dr. André Ruzzi
Pediatra da Clin Kids

 

 

 

Dra. Luiza Briet
Nutricionista esportiva e infantil da Clin Kids

 

 

Disclaimer: Este conteúdo tem como objetivo informar e educar o público em geral. Não substitui uma consulta médica. Somente um profissional de saúde está habilitado a fazer o diagnóstico e indicar o melhor tratamento para cada caso.

Fevereiro Laranja: Atenção aos Sinais e Sintomas da Leucemia Infantil

Fevereiro é o mês da conscientização sobre a leucemia. A campanha Fevereiro Laranja alerta para a importância do diagnóstico precoce da leucemia, uma doença silenciosa que pode se manifestar de maneira sutil e, por isso, exige atenção redobrada dos pais e profissionais de saúde.

A leucemia é um tipo de câncer que afeta os glóbulos brancos do sangue, comprometendo a capacidade do organismo de combater infecções. Quanto mais cedo for identificada, maiores são as chances de um tratamento eficientes e bem-sucedido.

Quais são os sinais e sintomas da leucemia infantil?

Os sintomas podem ser confundidos com doenças comuns da infância, o que reforça a necessidade de avaliação pediátrica em casos persistentes. Fique atento aos sinais:

  • Palidez inexplicada
  • Cansaço excessivo e fraqueza
  • Manchas roxas ou pequenos sangramentos sem motivo aparente
  • Febre persistente sem causa definida
  • Dores nos ossos e articulações
  • Gânglios inchados (pescoço, axilas, virilha)
  • Infecções frequentes
  • Perda de apetite e emagrecimento

“Pais e cuidadores devem estar atentos a esses sinais. Quando percebemos sintomas persistentes ou inexplicáveis, o ideal é buscar orientação médica rapidamente. O diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença.” – explica a Dra. Denise Bedoni, pediatra da Clin Kids.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da leucemia infantil é feito por meio de exames laboratoriais, como hemograma completo, mielograma e exames genéticos e de imunofenotipagem.

Tratamento e perspectivas

O tratamento da leucemia infantil pode variar conforme o tipo e estágio da doença, mas geralmente inclui quimioterapia, transfusão de sangue, transplante de medula óssea, terapia-alvo e imunoterapia.

“O tratamento evoluiu muito nas últimas décadas, e hoje a taxa de cura para alguns tipos de leucemia infantil pode chegar a 90%. O mais importante é iniciar o acompanhamento médico o quanto antes.” – destaca a Dra. Denise Bedoni.

Fevereiro Laranja: Mobilize-se pela Conscientização!

Dra. Denise Bedoni
Diretora Clínica da Clin Kids
Pediatra/Especialista em Neonatologia pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).

Disclaimer: Este conteúdo tem como objetivo informar e educar o público em geral. Não substitui uma consulta médica. Somente um profissional de saúde está habilitado a fazer o diagnóstico e indicar o melhor tratamento para cada caso.

 

Como reconhecer cáries e problemas ortodônticos em crianças causados pelo uso da chupeta?

Cuidar da saúde bucal das crianças é fundamental para um desenvolvimento saudável e para prevenir futuras complicações. As cáries são uma condição comum, mas podem ser facilmente identificadas se os pais estiverem atentos a alguns sinais.

Reconhecendo Cáries em Crianças

As cáries são uma das condições mais frequentes na infância. Aqui estão alguns sinais que podem indicar a presença de cáries:

  • Manchas Brancas ou Escuras: o primeiro sinal pode ser o aparecimento de manchas brancas nos dentes. Com o tempo, essas manchas podem se tornar marrons ou pretas.
  • Dor de Dente: se a criança reclama de dor ao mastigar ou sensibilidade a alimentos quentes ou frios, isso pode indicar cáries.
  • Mau Hálito: um hálito forte e persistente, mesmo após a escovação, pode ser um sinal de problemas dentários.
  • Dificuldade em Comer: se a criança mostra resistência a comer certos alimentos, especialmente os duros, pode estar com dor de dente.

Questões Ligadas ao Uso da Chupeta

O uso prolongado da chupeta também impacta na saúde bucal das crianças. Aqui estão algumas considerações importantes:

  • Higiene da Chupeta: manter a chupeta limpa é essencial para evitar a proliferação de bactérias que podem causar cáries. As chupetas devem ser lavadas regularmente e esterilizadas, conforme as recomendações do fabricante.
  • Alterações na Mastigação e Fala: O uso excessivo da chupeta pode dificultar o desenvolvimento da mastigação adequada e interferir na articulação dos sons, impactando a fala da criança.

A Importância da Avaliação Profissional

É fundamental que os pais consultem um dentista pediátrico regularmente. “A prevenção é a chave para evitar problemas bucais. Realizar consultas regulares ajuda a identificar cáries e outras questões de saúde bucal precocemente”, afirma a cirurgiã dentista, Mirela Pereira, especialista em Especialista em Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares e Capacitada em Laserterapia da Clin Kids.

Estar atento aos sinais de cáries e às consequências do uso de chupetas é crucial para manter a saúde bucal das crianças. Além de observar esses sintomas, é fundamental incentivar bons hábitos de higiene oral e programar visitas regulares ao dentista. A saúde bucal é um pilar fundamental para o bem-estar geral e o desenvolvimento saudável das crianças.

Mirela Ribeira Pereira
Cirurgiã Dentista Infantil, Especialista em Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares e Capacitada em Laserterapia.

Disclaimer: Este conteúdo tem como objetivo informar e educar o público em geral. Não substitui uma consulta médica. Somente um médico está habilitado a fazer o diagnóstico e indicar o melhor tratamento para cada caso.

Principais acidentes com crianças nas férias, como prevenir e o que orientam os especialistas?

O período de férias é sempre aguardado com ansiedade pela família, especialmente pelas crianças. No entanto, esse período também traz uma série de riscos à saúde e segurança dos pequenos. Para garantir que as férias sejam de diversão e tranquilidade, é fundamental que os pais estejam atentos aos principais acidentes que podem ocorrer e saibam como preveni-los e quais são as orientações dos especialistas.

A seguir, listamos os acidentes mais comuns durante as férias e como garantir a segurança das crianças:

  1. Afogamento em piscinas e praias

As atividades aquáticas são uma das grandes atrações das férias. Porém, o risco de afogamento aumenta, especialmente quando as crianças estão sozinhas ou sem a supervisão de um adulto.

O que fazer:
A prevenção é a chave. “Nunca deixe uma criança sozinha perto da água, mesmo que esteja em uma piscina rasa”, alerta a pediatra Denise Bedoni. “Ensinar as crianças a nadarem desde cedo e usar coletes ou boias de braços também são medidas essenciais.”

Além disso, é fundamental que os pais estabeleçam regras claras sobre quando e onde as crianças podem entrar na água.

  1. Queimaduras de Sol

As altas temperaturas do verão exigem cuidados redobrados com a exposição ao sol. Crianças têm a pele mais sensível e, por isso, estão mais vulneráveis a queimaduras solares, que podem ser dolorosas e prejudiciais à saúde a longo prazo.

O que fazer:
“Aplique protetor solar de amplo espectro em todas as partes expostas do corpo da criança, mesmo em dias nublados”, aconselha Dra. Denise Bedoni. “Reaplique a cada 2 horas, especialmente se a criança estiver suando ou nadando.” É importante também usar chapéus, óculos de sol e roupas com proteção UV.

Evite a exposição direta ao sol entre 10h e 16h, quando os raios solares são mais intensos.

  1. Acidentes com Brinquedos e Atividades Físicas

Brincadeiras ao ar livre, esportes e o uso de brinquedos de alta velocidade são atividades comuns no período de férias. No entanto, elas podem resultar em quedas, fraturas e outros tipos de lesões.

O que fazer:
“Certifique-se de que as crianças usem equipamentos de segurança adequados para atividades como patins, skate ou bicicleta”, comenta o ortopedista Dr. Carlos H. Sutton. “Além disso, é importante escolher brinquedos adequados para a faixa etária, sempre verificando se estão em boas condições.”

A supervisão constante durante as brincadeiras ao ar livre também é essencial para evitar acidentes.

  1. Intoxicações Alimentares

Durante as férias, é comum que as crianças consumam alimentos diferentes, como os servidos em festas, praças de alimentação ou em viagens. Isso pode aumentar o risco de intoxicações alimentares, especialmente se os alimentos não foram armazenados ou preparados adequadamente.

O que fazer:
“Certifique-se de que os alimentos sejam frescos e preparados em condições adequadas de higiene”, orienta a pediatra. “Evite que as crianças comam alimentos de vendedores ambulantes, pois a qualidade e o armazenamento podem ser comprometidos.”

Além disso, é fundamental lavar as mãos com frequência, principalmente antes das refeições.

  1. Acidentes Domésticos

As férias podem significar mais tempo dentro de casa, e com isso, as crianças ficam mais propensas a se envolver em acidentes domésticos, como quedas, queimaduras com utensílios de cozinha e intoxicações por produtos de limpeza.

O que fazer:
“A segurança dentro de casa começa com a organização e a adaptação do ambiente para o acesso das crianças”, diz Dra. Bedoni. “Use protetores de tomadas, mantenha produtos de limpeza fora do alcance das crianças e tenha cuidado redobrado com objetos pontiagudos ou cortantes.”

É também importante que os pais orientem as crianças sobre os perigos dentro de casa e estabeleçam regras claras de comportamento.

  1. Acidentes de Trânsito

Viagens e passeios em família aumentam o tráfego de veículos nas férias. Embora os pais se preocupem com a segurança de seus filhos dentro de casa, a segurança no trânsito também é crucial.

O que fazer:
“A segurança no trânsito começa com o uso correto de cadeirinhas e cintos de segurança. Além disso, no caso de viagens longas, planeje paradas regulares para descanso e nunca deixe uma criança sozinha no carro”.

Dra. Denise Bedoni
Diretora Clínica da Clin Kids

Pediatra/Especialista em Neonatologia pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).

Dr. Carlos H. Sutton
Especialista em Ortopedia Infantil

Disclaimer: Este conteúdo tem como objetivo informar e educar o público em geral. Não substitui uma consulta médica. Somente um médico está habilitado a fazer o diagnóstico e indicar o melhor tratamento para cada caso.