Doenças reumáticas na infância, quais são e como identificá-las?

Quando pensamos em doenças reumáticas, geralmente as associamos a adultos, mas as crianças também podem ser afetadas. No Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo (30 de outubro), é importante esclarecer que condições reumáticas como a artrite idiopática juvenil, o lúpus eritematoso sistêmico e a febre reumática, podem surgir na infância. Entender os sinais e buscar o tratamento adequado são essenciais para proporcionar uma vida saudável e ativa às crianças.

1. Artrite Idiopática Juvenil

A artrite idiopática juvenil é a doença reumática mais comum entre as crianças. Os sintomas mais comuns são manifestados por dor e inchaço nas articulações, rigidez, especialmente pela manhã, e, em alguns casos, febre persistente e irritação ocular. A artrite idiopática juvenil se divide em subtipos, como a oligoarticular (afetando até quatro articulações), a poliarticular (afetando cinco ou mais articulações) e a sistêmica, que além das articulações, pode envolver febre alta e manchas na pele.

“A artrite idiopática juvenil pode ser silenciosa no início, mas o impacto para a saúde é grande quando não tratado. A rigidez matinal e o inchaço frequente são sinais de alerta que os pais devem observar”, explica Dr. José Marcelo Tonella Manso, pediatra da Clin Kids.

2. Lúpus Eritematoso Sistêmico

O lúpus eritematoso sistêmico é uma doença autoimune que, além das articulações, pode afetar vários órgãos, como pele, rins e coração. Em crianças, o lúpus costuma se manifestar apresentando manchas na pele (principalmente no rosto), cansaço, dores nas articulações, febre, sensibilidade ao sol e até queda de cabelo.

“Como o lúpus afeta vários órgãos, ele pode ser difícil de diagnosticar, pois os sintomas variam de criança para criança. Por isso, o acompanhamento médico pediátrico regular é tão importante para um diagnóstico mais precoce”, comenta o especialista.

3. Febre Reumática

Já a febre reumática, é uma complicação autoimune que surge normalmente após uma infecção de garganta causada pelos estreptococos. Mais comum em crianças entre 05 (cinco) e 15 (quinze) anos, a doença pode causar inflamação nas articulações, coração, pele e sistema nervoso. Os sintomas da febre reumática incluem febre, dor nas articulações, movimentos involuntários e manchas na pele.

“A prevenção é sempre o melhor remédio, por isso o tratamento precoce e correto das infecções de garganta é tão importante. Se a febre reumática se instalar, é fundamental seguir com um tratamento rigoroso para proteger o coração da criança”, alerta Dr. José Marcelo Tonella Manso.

4. Dermatomiosite Juvenil

Embora rara em crianças, a dermatomiosite juvenil é uma doença reumática caracterizada pela inflamação dos músculos e da pele. Ela pode causar fraqueza muscular progressiva, dificuldade para realizar atividades como correr ou subir escadas, além de erupções cutâneas, especialmente no rosto e nas articulações.

“A fraqueza muscular, acompanhada de lesões na pele, é um sinal típico da dermatomiosite juvenil. A fisioterapia e a medicação imunossupressora são fundamentais para o tratamento e recuperação das funções motoras”, complementa o médico.

Tratamento e Acompanhamento

As doenças reumáticas infantis exigem um tratamento personalizado, que pode incluir medicamentos anti-inflamatórios, imunossupressores e terapias de reabilitação. O apoio psicológico também é importante, tanto o bem-estar físico quanto o emocional das crianças.

Dr. José Marcelo Tonella Manso
Pediatra da Clin Kids
Especialista em Pediatra pela Sociedade Brasileira de Pediatria com formação médica e residência em Pediatria pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Clink Kids realiza campanha de vacinação com desconto, nos dias 19 e 26 de outubro

Outubro é mês de cuidar da saúde e celebrar a infância.

Por isso, nos próximos sábados, dias 19 e 26 de outubro, das 7h às 19h, acontece na Clin Kids a campanha “Vacinação em Dia”.

São mais de 15 vacinas com até 20% de desconto, e parcelas de até 03 vezes no cartão de crédito (acima de R$300,00), sem juros.

Confira as doses disponíveis:

  • DPTA REFORTRIX – PENTAVALENTE
  • DTPA + IPV
  • FEBRE AMARELA
  • GRIPE
  • HEP A AD
  • HEP A INF
  • HEXAVALENTE
  • HPV QUADRIVALENTE
  • MENINGO ACWY
  • MENINGO B
  • PENTAVALENTE
  • PNEUMO 13
  • PNEUMO 15
  • PNEUMO 23
  • ROTAVÍRUS PENTA RV5
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Gêmeas com hérnia umbilical: uma coincidência especial

Quando se trata da saúde de nossas crianças, cada história é única e cheia de nuances. Mas recentemente, em nossa clínica pediátrica, recebemos um caso inusitado de gêmeas que precisaram passar por uma cirurgia para corrigir uma hérnia umbilical. As irmãs, Maria Alice e Maria Madalena, mostraram mais que tinham mais que semelhanças físicas, realmente uma coincidência incomum no dia a dia da Pediatria. 

O que é a hérnia umbilical?

A hérnia umbilical surge quando uma parte do intestino ou tecido abdominal se projeta através da parede abdominal, na região do cordão umbilical. Essa condição é bastante comum em recém-nascidos, principalmente em prematuros. Embora muitas hérnias umbilicais se fechem espontaneamente até os 6 meses de idade, alguns casos exigem intervenção cirúrgica mais cedo.

O caso das gêmeas

Maria Alice e Maria Madalena, nascidas prematuras de 34 semanas, já apresentavam sinais da hérnia umbilical desde a internação na UTI Neonatal. Passados quase cinco meses, e sem perspectiva de que o problema se resolveria sozinho, a mãe, Taynara, passou as gêmeas em consulta com o cirurgião pediátrico da Clin Kids, Fernando Bedoni. 

Como a consulta das meninas aconteceu separadamente, e uma em sequência da outra, em um primeiro momento, o cirurgião não se atentou que se tratava de gêmeas. Mas logo depois, reparando as semelhanças físicas e o mesmo sobrenome veio a surpresa: eram gêmeas, ambas com hérnia umbilical em que o procedimento cirúrgico seria necessário, e antes dos 6 meses, já que o problema se apresentava de forma significativa.

“Não é todo dia que acompanhamos um caso como o das gêmeas, principalmente pelo fato das duas terem o diagnóstico de cirurgia. Ficamos satisfeitos com o resultado do procedimento”, diz o cirurgião Fernando Bedoni.

A cirurgia e a recuperação

Ambas as meninas foram operadas no mesmo dia, e o resultado não poderia ser melhor. Graças ao cuidado e à experiência da equipe médica, Maria Alice e Maria Madalena estão completamente recuperadas. A mãe compartilhou sua gratidão, aliviada ao ver as filhas se recuperando e brincando juntas novamente.

“Desde a maternidade já sabíamos que a cirurgia era uma indicação real. Fizemos todos os exames, esclarecemos todas as dúvidas e deu tudo certo. Os procedimentos foram até que rápidos, e a cicatrização foi boa. As meninas estão com bastante saúde e cheias de energia”, conta a mãe Taynara. 

Importância da Avaliação Médica

A história das gêmeas só reforça a importância do acompanhamento médico regular. Cada criança é única e, em alguns casos, como o delas, a intervenção pode ser a melhor solução. Não menospreze sinais e sintomas, procure sempre o Pediatra. 

 


Fernando Bedoni
É cirurgião pediátrico da Clin Kids, formado pela Santa Casa de São Paulo.

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Disclaimer

Este conteúdo tem como objetivo informar e educar o público de forma em geral. Em hipótese alguma substitui uma consulta e/ou aconselhamento, pois somente um médico está habilitado a fazer o diagnóstico, e a prescrever o tratamento mais adequado para cada situação e tipo de paciente.

*Sobrenomes das pacientes e familiares foram preservados.

Postectomia, você sabe o que isso quer dizer?

Em nossa editoria “Sopa de Letrinhas, você sabe o que isso quer dizer?”, vamos descomplicar um termo que gera dúvidas nos pais: a postectomia. Aqui você conseguirá entender o que é a doença, como é feito o diagnóstico e quais são os tratamentos disponíveis, incluindo a cirurgia.

O que é postectomia?

A postectomia, também conhecida como circuncisão, é um procedimento cirúrgico que consiste na remoção do prepúcio, ou seja, a pele que cobre a cabeça do pênis. Essa cirurgia pode ser realizada por motivos médicos ou religiosos, e é mais comum em recém-nascidos, embora também possa ser indicada em crianças mais velhas.

Quando a postectomia é indicada?

Existem várias razões pelas quais o Cirurgião Pediátrico pode recomendar a postectomia, tais como:

1. Fimoses: quando o prepúcio não pode ser facilmente retraído, causando dor ou dificuldade ao urinar.

2. Infecções: quando ocorrem infecções de pele ou do trato urinário frequentemente.

3. Higiene: quando há dificuldade em manter a higiene adequada da região.

4. Parafimose: quando você retrai o prepúcio, mas não consegue voltar a pele, causando um estrangulamento da glande e falta de fluxo sanguíneo na mesma, e muita dor, isso eh uma situação de urgência e deve-se procurar o pronto socorro rapidamente. Após um episódio de parafimose, a postectomia tem indicação absoluta.

5. Problemas Funcionais: quando afeta a saúde sexual ou a função urinária. Em caso de doenças renais ou da bexiga, a postectomia também pode ser indicada.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico para a recomendação da postectomia é realizada durante uma consulta pediátrica, que realiza a avaliação física e considera os sintomas apresentados pelo pais e/ou pela criança. O pediatra então encaminha ao especialista, o cirurgião pediátrico que irá avaliar se há necessidade do tratamento cirúrgico.

Tratamentos

A postectomia é um procedimento cirúrgico que deve ser realizado por um cirurgião pediátrico. Aqui estão alguns pontos sobre o tratamento:

1. Anestesia: o procedimento pode ser feito com anestesia local ou geral, em crianças e mesmo adolescentes geralmente utiliza-se anestesia geral, por ser menos traumático e mais tranquilo para eles.

2. Recuperação: a recuperação geralmente é rápida, mas os pais devem seguir as orientações do médico para cuidados pós-operatórios, como manter a área afetada limpa, administrar analgésicos e monitorar sinais de infecção.

3. Acompanhamento: consultas são importantes para acompanhar a cicatrização e evitar complicações.

“A postectomia é um procedimento seguro, sem necessidade de internação prolongada e, quando indicado, traz alívio e previne infecções para muitas crianças. É fundamental discutir as opções com um pediatra/cirurgião pediátrico para seguir a melhor terapia. A Clin Kids conta com a estrutura de Hospital Dia para a realização desta e outras cirurgias”, comenta Dra. Tatiana Miranda Oliveira, cirurgiã pediátrica da Clin Kids.

Dica da Cirurgiã Pediátrica: existem algumas malformações penianasque podem serconfundidas com a fimose, mas que exigem uma cirurgia diferente da postectomia. Por isso, consulte sempre um especialista para evitar um procedimento que pode não trazer o melhor resultado para a criança. Lembrando que consultar um cirurgião pediátrico, não quer dizer que a cirurgia irá ocorrer, então, papais não tenham receio de buscar esse profissional.

Tatiana Miranda Oliveira
Cirurgiã Pediátrica da Clin Kids
Cirurgiã Pediátrica/Especialista em Urologia Pediátrica pelo Hospital Darcy Vargas, com título de especialista em cirurgia pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Pediátrica.

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Disclaimer: Este conteúdo tem como objetivo informar e educar o público em geral. Não substitui uma consulta médica. Somente um médico está habilitado a fazer o diagnóstico e indicar o melhor tratamento para cada caso.

Tosse em Crianças: oque pode ser?

A tosse é um dos sintomas que mais acometem crianças e pode ser causada por diversos fatores. Na editoria “Sinais e Sintomas”, vamos explorar o que a tosse pode indicar e quais são doenças que podem estar associadas a este sintoma.

O que é a tosse?

A tosse é um reflexo natural do corpo para ajudar a “limpar” as vias respiratórias. Embora seja normal, a tosse persistente ou associadaa outros sintomas pode ser um sinal de que algo na saúde não vai bem.

Possíveis causas da tosse

1. Infecções Respiratórias: resfriados e gripes são as causas mais comuns de tosse em crianças. Geralmente, esses episódios são acompanhados de febre, coriza e dor de garganta.

2. Asma: a tosse pode ser um sintoma de asma, especialmente se for seca e ocorrer à noite ou durante exercícios e atividades físicas. Outros sinais estão associados como chiado no peito e dificuldade para respirar.

3. Alergias: a tosse alérgica pode ser desencadeada por pólen, poeira ou pelos de animais. Geralmente, a tosse alérgicaestá acompanhada por espirros e coceira nos olhos.

4. Pneumonia: essa infecção pulmonar pode causar tosse intensa, febre alta e dificuldade para respirar.

5. Bronquite: a inflamação dos brônquios pode levar a uma tosse persistente, muitas vezes com catarro, e surgir após resfriados.

Quando procurar ajuda?

É fundamental buscar orientação do pediatrase a tosse da criança for persistente, com catarro, e estiver acompanhada de dificuldade para respirar, dor no peito e febre.

“A tosse pode ser apenas um sintoma simples, mas é preciso ficar atento a outros sinais. Se a tosse persistir ou se agravar, não hesite em procurar um pediatra para uma avaliação mais detalhada. Além de consulta com especialistas, na Clin Kids você também pode contar com o nosso Pronto Atendimento”.

Fátima Zirn
Pediatra da Clin Kids
Pediatra/Especialista em Pneumologia Pediátrica pelo Hospital Menino Jesus e Pós-graduada em Nutrologia pela Boston UniversitySchoolof Medicine.

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Primavera é a estação de alerta para as crianças?

Neste momento do ano, quando chegamos à primavera, é comum que crianças apresentem mais problemas respiratórios e doenças virais.

Diante deste contexto, o pediatra da Clin Kids, Dr. José Marcelo Tonella Manso, trouxe informações importantes sobre quais são essas principais doenças sazonais, seus sintomas e como fazer corretamente o tratamento. Confira a seguir:

1. Alergias Sazonais
Com a polinização de árvores, gramas e flores, muitas crianças podem apresentar sintomas como espirros, coriza e coceira nos olhos. Sendo assim, é fundamental identificar os alérgenos que afetam a criança e buscar tratamento adequado.

2. Asma

A primavera pode agravar os sintomas de asma em crianças, especialmente àquelas sensíveis ao pólen. É essencial manter a medicação em dia e monitorar qualquer sinal de crise. Em caso de sintomas mais graves, é importante buscar o Pronto Atendimento.

3. Infecções Respiratórias
A primavera também facilita a transmissão de doenças virais como influenza e covid-19. Incentive a lavagem das mãos, a vacinação e, ao apresentar sintomas, procure ajuda médica e evite contato com outras pessoas.

4. Dermatites
Cuidado com alguns tipos de plantas que podem causar reações cutâneas em crianças.

5. Infecções Gastrointestinais

Também é mais comum na primavera doenças virais que afetam o trato digestivo, causando náuseas, vômitos, cólicas abdominais, entre outros. Por isso, mantenha a higiene dos alimentos,a boa hidratação, a limpeza frequente das mãos, principalmente antes das refeições. É importante monitorar os sintomas e evitar desidratação, nestes casos, procure o Pronto Atendimento.

6. Picadas de Insetos

Com o clima mais quente, o risco de picadas de insetos aumenta e, com elas, as chances de dengue, Chikungunya e zica.Utilize repelentes adequados para crianças e elimine focos de água parada para evitar a proliferação de criadouros.

O especialista, José Marcelo Tonella Manso, reforça ainda quais são as boas práticas para proteger a saúde das crianças durantea primavera. São elas:

Monitore os sintomas: atenção a qualquer sinal de alergia ou desconforto. Consulte um pediatra se os sintomas persistirem.

Consulte um especialista: para crianças com histórico de alergias ou asma, uma consulta com um especialista pode ser importante.

Imunização: mantenha a carteirinha de vacinação da criança em dia, para evitar doenças preveníveis.

Eduque sobre Higiene: ensine as crianças sobre a importância da higiene das mãos, especialmente antes das refeições.

José Marcelo Tonella Manso
Pediatra da Clin Kids
Especialista em Pediatra pela Sociedade Brasileira de Pediatria com formação médica e residência em Pediatria pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

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Psoríase em crianças: o que os pais precisam saber

A psoríase é uma condição crônica que afeta a pele, fazendo com que ela produza células de forma acelerada, resultando em áreas vermelhas e descamadas. Embora seja mais comum em adultos, crianças também são acometidas por psoríase. Essas manchas podem aparecer em várias partes do corpo como couro cabeludo, cotovelos, joelhos e nas costas, alémde afetar também mãos, pés e até unhas.

Como a psoríase se desenvolve?

A psoríase acontece quando o sistema de defesa do corpo, que deveria proteger contra doenças, começa a funcionar de forma errada, fazendo a pele crescer de forma mais rápida do que o normal. Isso cria as manchas vermelhas e escamosas que enxergamos na pele.

Quais são os sinais e sintomas da psoríase em crianças?

Geralmente, os sinais comuns são:

• Manchas vermelhas e descamadas que aparecem em cotovelos, joelhos, couro cabeludo ou costas.
• Escamas sobre essas manchas, que podem ser prateadas ou esbranquiçadas.
• Coceira intensa ou até mesmo sensação de ardor ou dor nas áreas afetadas.
• Mudanças nas unhas, como engrossamento ou descolamento.

A psoríase pode ser grave?

A psoríase pode ser mais severa, dependendo de quanto da pele está afetada. Se as manchas estão cobrindo áreas pequenas, o quadro costuma a ser leve. É sempre importante conversar com o médico para entender a gravidade da doença.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da psoríase é feito, principalmente, por um médico que examina a pele dacriança e, se necessário, faz uma pequena análise para confirmar o diagnóstico.

E quais são os tratamentos disponíveis?

O tratamento depende do quanto a psoríase está afetando a pele e a gravidade dos sintomas. Algumas opções de tratamento incluem:

Cremes e pomadas: usados para diminuir a coceira e a inflamação.
• Terapia de luz (fototerapia): em algumas situações, o médico pode recomendar a exposição controlada à luz, o que pode ajudar a melhorar as manchas.
• Medicamentos: em casos mais graves, o médico pode recomendar medicamentos que ajudem o sistema imunológico a funcionar corretamente.

É importante seguir as recomendações do médico e manter a pele sempre hidratada para aliviar os sintomas.

A psoríase desenvolve outras comorbidades? Quais são os cuidados adicionais?

Além dos sintomas na pele, a psoríase pode estar associada a outros problemas de saúde. Por isso, é essencial manter um acompanhamento médico regular para garantir que seu filho está recebendo o melhor cuidado possível.
Manter a pele sempre bem hidratada é uma parte essencial no cuidado da psoríase. Além disso, é importante evitar fatores que possam piorar os sintomas, como estresse, infecções e exposição ao frio extremo.

Conclusão

A psoríase pode ser uma condição difícil de lidar, tanto para as crianças quanto para suas famílias. No entanto, com o acompanhamento médico adequado e os cuidados certos, as crianças com psoríase podem viver de forma saudável e feliz. Se você notar sinais da doença na pele do seu filho, não hesite em procurar ajuda médica.

Denise Bedoni
Diretora Clínica da Clin Kids
Pediatra / Especialista em Neonatologia pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP)

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